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Pint of Science: festival alcança novo recorde e chega a 213 cidades brasileiras dias 18, 19 e 20 de maio

Brasil é o país com maior número de municípios participantes do festival internacional, evidenciando que o interesse pelo conhecimento científico e sua produção estão espalhados pelo país inteiro



O festival é todo realizado por voluntários entusiastas da ciência nos mais diversos cantos do Brasil, como essa animada equipe de Salbador, BA, em 2025 (crédito da imagem: Val Borges)

É tempo da ciência transbordar os muros das universidades e dos centros de pesquisa para encontrar a população em bares, cafés, restaurantes, sorveterias, shoppings, praças e espaços públicos. Nos dias 18, 19 e 20 de maio, o festival internacional que brinda a ciência, o Pint of Science, vai tomar conta de 213 cidades em todas as regiões do Brasil.

Além de democratizar o acesso ao conhecimento científico, o festival contribui para despertar vocações, fortalecer a educação e valorizar a produção científica nacional. Vale destacar que não há necessidade de inscrições e todas as atividades são gratuitas, reforçando o compromisso com a inclusão e o amplo acesso à ciência. Para conferir a programação em cada cidade, basta acessar o site a partir do dia 8 de maio: https://www.pintofscience.com.br.

A multiplicidade de temas que serão levados aos palcos das 213 cidades em todas essas regiões é tão vasta quanto a diversidade do Brasil. Vão desde assuntos que estão dominando o noticiário ― como inteligência artificial, mudanças climáticas, exploração espacial e canetas emagracedoras ― até temáticas conectadas ao desenvolvimento regional e aos saberes de comunidades tradicionais. “É uma grande responsabilidade nossa definir que pesquisas entram na nossa vitrine. Estou certo de que há muito trabalho científico de excelente qualidade ainda esperando para ser descoberto e aparecer nos nossos palcos”, revela o coordenador nacional do Pint of Science, Eduardo Bessa.

“É uma honra e uma responsabilidade imensa coordenar esse festival, que leva divulgação científica a tantos cantinhos escondidos do nosso país”, acrescenta Bessa. Professor da Universidade de Brasília, ele explica que o festival depende de uma organização sem fins lucrativos, composta por uma ampla rede de voluntários, pessoas que coordenam o evento localmente com a ajuda de equipes de entusiastas da ciência. 

Para assegurar que as diretrizes do evento sejam respeitadas, além da coordenação nacional, o festival conta com seis coordenadores regionais divididos da seguinte forma: regiões Norte e Centro-oeste; região Nordeste; região Sul; Rio de Janeiro e Espírito Santo; Minas Gerais; e São Paulo. 

 

Um aperitivo do festival ― Uma visita guiada a um cemitério está no cardápio de atrações do Pint of Science em São Paulo capital. No estado, outras 31 cidades realizarão o festival. Haverá, ainda, discussões sobre cultura dos povos originários, o conceito de saúde única (one health), canabidiol e terras raras.

De acordo com Paulo Lopes, coordenador da região, o festival desempenha um papel essencial na construção de uma sociedade mais informada e crítica: “É uma oportunidade de desmistificar e aproximar a ciência das pessoas, mostrando que ela é presente em diferentes aspectos da nossa vida. Nas cidades paulistas que recebem o festival, buscamos promover debates científicos com quem faz ciência com o intuito de ampliar esse diálogo com uma programação diversa e acessível, capaz de alcançar públicos de diferentes idades e realidades”.

A diversificação de públicos e ambientes também é uma marca do Pint of Science nas regiões Norte e Centro-Oeste, onde 32 cidades participarão do festival, sendo 12 da região Norte e 20 da região Centro-Oeste. “Este ano, as cidades de Formosa (GO) e Água Boa (MT) realizarão também uma experiência pensada para o público infantil, com ciência em linguagem leve, curiosa e interativa, que acontecerá em ambientes como sorveteria e escolas”, exemplifica Lecticia Figueiredo Oliveira, coordenadora da regional. Para ela, o festival tem se consolidado como um espaço de democratização do conhecimento: “Promovemos uma ciência mais próxima, dialogada e conectada com os desafios reais da sociedade, ao mesmo tempo em que valorizamos pesquisadores e iniciativas locais em diferentes regiões do Brasil.”

Já no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, um dos diferenciais do Pint of Science é o alinhamento com outro evento tradicional que ocorre em outubro, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que este ano terá como tema mulheres na ciência. “Na nossa região, temos pelo menos dois municípios em que só mulheres serão apresentadoras: Paracambi (RJ) e Teresópolis (RJ). Há outras cidades também em que a maioria das pesquisadoras que vão falar são mulheres”, destaca Aline Chaves Intorne, coordenadora da região.

Ela também revela que, este ano, o Pint of Science vai coincidir com a Semana Nacional da Biodiversidade, que será de 18 a 24 de maio. “Várias das cidades do Rio de Janeiro e do Espírito Santo estão trazendo para o festival algum tema ligado à biodiversidade”, completa Aline. Em Niterói, por exemplo, a proposta é unir ciência e arte, abarcando exposições, filmes e shows sobre cultura oceânica para serem apreciados antes e depois das palestras do Pint.

 

Os destaques de crescimento ― A região Nordeste se destaca pelo crescimento de 60% no número de cidades participantes do festival: de 23 no ano passado para 37 este ano. “O grande diferencial deste ano é a consolidada interiorização do Pint of Science no Nordeste. Estamos levando a ciência para além das capitais, alcançando cidades do sertão e do agreste”, comemora Adriana Rolim, coordenadora da região.

“Esse movimento não apenas expande o número de cidades participantes, mas democratiza o acesso ao conhecimento, ocupando bares e restaurantes de municípios que são polos universitários emergentes, provando que a produção científica nordestina é vibrante, diversa e está em toda parte”, acrescenta Adriana.

O crescimento no número de cidades engajadas no festival também é destaque na região Sul, em que houve um aumento de 30%: de 54 municípios em 2025 para 70 em 2026. “São cidades de todos os portes, desde as capitais e grandes centros até municípios menores e estreantes no festival, o que reforça o alcance cada vez mais capilar do Pint na nossa região”, explica Eduardo Inocente Jussiani, coordenador da região. 

“Costumo dizer que as pessoas só valorizam aquilo que conhecem. Portanto, se queremos que a sociedade valorize a ciência, primeiro precisamos apresentar para ela as pesquisas fantásticas que são realizadas em nossas instituições”, adiciona Jussiani. Para ele, nada melhor do que fazer essa aproximação em um ambiente informal, em que as barreiras entre cientistas e cidadãos deixam de existir: “É exatamente esse o espírito do Pint: aproximar, conectar e celebrar a ciência brasileira.”

A ampliação do festival também é uma preocupação para a coordenadora de Minas Gerais, Marina Andrade: “O grande desafio de expansão está em levar este brinde a territórios ainda não explorados, como o Noroeste de Minas e o Vale do Mucuri, para garantir que a ciência seja um diálogo acessível em todos os sotaques mineiros”. No ano passado, 20 cidades de Minas participaram do festival, este ano, serão 25.

Entre os destaques mineiros está um marco histórico: Belo Horizonte realizará a 10ª edição do Pint of Science. “Ao longo desse tempo, evoluímos em diferentes fases e superamos o desafio de três edições virtuais durante a pandemia. Para comemorar, projetamos um evento que olha adiante, antecipando os próximos dez anos. O festival se posiciona como um elo fundamental entre a ciência atual e a próxima década”, pontua Marina.

Para Bessa, é reconfortante saber que o público reconhece o trabalho dessa ampla rede de voluntários e comparece ao festival. “A presença do público mostra que o interesse pela ciência e a produção de conhecimento científico estão espalhados pelo país inteiro”, finaliza.

 

Texto: Assessoria de Comunicação do Pint of Science Brasil

 

 

Saiba mais

Acesse o site do festival: https://www.pintofscience.com.br (programação das cidades disponível a partir do dia 8 de maio)

Siga no Instagram: https://www.instagram.com/pintofscienceBR


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