© Pint of Science, 2026. Todos os direitos reservados.
Que tal misturar ciência de ponta, inteligência artificial e uma boa cerveja? Nesta noite, vamos invadir o espaço e os céus para entender como satélites e drones populares se unem para salvar o bolso do produtor rural. Mas cuidado: nem tudo que voa é inovação real — vamos aprender a separar o modismo da ciência prática. E para provar que o futuro já chegou, a equipe do IFES traz direto de uma competição nacional os segredos dos drones que pilotam a si mesmos usando IA. Uma conversa sem filtro sobre tecnologia que voa alto!
E SE O DRONE FOSSE O PRÓPRIO PILOTO? VISÃO COMPUTACIONAL E IA EMBARCADA NA PRÁTICA
E se o drone fosse o próprio piloto? Todo drone que você já viu tinha alguém com um rádio-controle na mão. Mas existe uma categoria inteira em que isso é proibido. Nesta conversa apresento o Seya, drone autônomo desenvolvido pela equipe Pegasus, do IFES Campus São Mateus, para competir no SAE EletroQuad 2026: competição em que a regra é decolar, enxergar o cenário, decidir e cumprir missões sem qualquer intervenção humana. Vamos abrir a caixa-preta: o que é uma câmera com IA embarcada, como o drone distingue um fio de uma esfera no ar, e por que combinar matemática "antiga" com redes neurais modernas é hoje a forma mais inteligente de ensinar uma máquina a ver. Dois dias antes desta apresentação, a equipe estará voltando da competição! Venha ouvir, direto da fonte, o que deu certo, o que deu errado e o que se aprende pilotando um drone sem piloto.
NÃO GOSTEI DO QUE VI E MANDEI A LAVOURA PARA O ESPAÇO!
Decidir a hora exata de plantar ou adubar exige dados precisos, mas o produtor vive um dilema: satélites têm sensores incríveis, mas as nuvens atrapalham; drones veem detalhes, mas câmeras especiais custam uma fortuna.
E se a gente juntasse o melhor dos dois mundos? Vamos conversar sobre como a ciência está unindo drones populares e satélites para criar mapas precisos e "sem nuvens". A grande sacada é que não precisamos de uma câmera de 50 mil dólares para saber a saúde da planta; precisamos de matemática e do cruzamento certo de dados entre o que está no espaço e o que voa sobre nossa cabeça. Venha descobrir como a tecnologia de ponta está saindo das grandes fazendas e chegando ao pequeno produtor, aumentando o lucro sem pesar no bolso.
E se a gente juntasse o melhor dos dois mundos? Vamos conversar sobre como a ciência está unindo drones populares e satélites para criar mapas precisos e "sem nuvens". A grande sacada é que não precisamos de uma câmera de 50 mil dólares para saber a saúde da planta; precisamos de matemática e do cruzamento certo de dados entre o que está no espaço e o que voa sobre nossa cabeça. Venha descobrir como a tecnologia de ponta está saindo das grandes fazendas e chegando ao pequeno produtor, aumentando o lucro sem pesar no bolso.
AGRICULTURA DE PRECISÃO OU AGRICULTURA DE PERCEPÇÃO? COMO A CIÊNCIA AJUDA A SEPARAR INOVAÇÃO REAL DE MODISMO NO USO DE DRONES
Os drones agrícolas estão cada vez mais presentes em reportagens, redes sociais e discursos sobre o futuro da agricultura. Mas será que toda inovação anunciada realmente entrega o que promete? A partir desta temática, será discutido como a ciência ajuda a separar tecnologia útil de modismo. Com exemplos práticos, será mostrado que o sucesso do uso de drones depende menos do marketing e mais da geração de evidências: experimentos bem conduzidos, avaliação da deposição de gotas, controle de pragas e doenças e análise de risco ambiental.
© contribuintes OpenStreetMap