Eventos anteriores - 2026
ter. 19 mai. Abertura de portas 19:00:00
Evento 19:30:00 às 21:00:00
Arkan Beer, Rua da Carioca, 23 - Centro, Rio de Janeiro, {state} 20050-008
Garras, boletos e ansiedade: a evolução não trabalha em linha reta (e muita coisa que a gente acha que sabe sobre evolução também não é linear, não!). Nesta mesa, vamos viajar dos dinossauros que ganharam penas até os humanos que ainda carregam um cérebro programado para outros tempos. Fósseis surpreendentes, comportamento animal e dilemas modernos entram no papo para mostrar que o passado segue bem vivo — às vezes voando, às vezes respondendo e-mail.
ABRACERVA - Associação Brasileira de Cerveja Artesanal
Alesco
Arkan Beer
Cervejaria Hocus Pocus
FAPERJ
Inbeb
SINDICERV - Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja
UFRJ

Evolução: fatos, fakes e tretas científicas

Francisco Figueiredo (Professor da UERJ)
“Viemos do macaco”? Evolução é sempre progresso? Essas ideias vivem circulando como se fossem verdade, mas a história é bem mais interessante. Aqui, os principais mitos e confusões sobre evolução entram na roda, com explicações baseadas no que a ciência realmente mostra hoje. Dá pra separar o que é repetido por aí do que faz sentido de fato, sem jargão e sem enrolação. Porque quando o assunto é evolução, tem muito palpite… mas também tem ciência.
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De lagartos feiosos a famosos penosos: o que são, afinal, os dinossauros?

Kamila Bandeira (Pesquisadora associada da UERJ)
Dinossauro ainda mora na sua cabeça como um lagartão cinza e arrastado? Talvez esteja desatualizado há alguns milhões de anos. Vamos entender como a ciência trocou essa imagem por animais ativos, muitos com penas, comportamentos complexos e parentes vivos bem conhecidos: as aves. Entram na roda fósseis do Brasil e descobertas que seguem virando esse roteiro de cabeça para baixo.
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O Caçador no Escritório: descompassos do cérebro forjado na Idade da Pedra

Joyce Jesus-Rosa (Pesquisadora da PUC-RIO)
Seu cérebro trava com tantos prazos, notificações e planilhas? Acredite, ele não está com defeito. Ele foi calibrado para sobreviver à savana, o que garantiu o sucesso da sua linhagem por milênios, mas hoje está sendo obrigado a lidar com o caos do mundo moderno. O ponto de partida aqui é o descompasso evolutivo: vamos entender que a seleção natural não parou no pescoço, mas também moldou nossa mente e como essa mente moldada para sobreviver em ambientes ancestrais enfrenta trânsito, telas e hiper conexão. Um brinde à Psicologia Evolucionista e ao animal caçador que sobrevive aos algoritmos!
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