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Por que números frios precisam de histórias quentes?
Do Mofo à Mesa, do Vinho à Cura: A Ciência dos Fungos no Dia a Dia
Do Mofo à Mesa, do Vinho à Cura: A Ciência dos Fungos no Dia a Dia
Por que números frios precisam de histórias quentes?
João Pedro Ferreira
(Professor UFRPE)
A ideia é mostrar que, na era da Big Data, ter o dado exato (frio) não serve de nada se você não souber como ele afeta a vida das pessoas (quente). O Storytelling entra como a ponte que transforma estatística em empatia e decisão.
Do Mofo à Mesa, do Vinho à Cura: A Ciência dos Fungos no Dia a Dia
Krause G. S. Albuquerque
(UFPE - Nassau - FIC)
A ideia é mostrar que os fungos não são apenas visitantes indesejados, mas grandes biotransformadores do planeta. Ter o conhecimento técnico da espécie (o dado frio) ganha sentido real quando exploramos sua onipresença estratégica (o lado quente): eles reciclam florestas, fermentam nossa economia e sintetizam a medicina moderna. A micologia aplicada funciona como a lente que revela como esses organismos moldam a gastronomia, a sustentabilidade e a sobrevivência humana, transformando o invisível em soluções essenciais para o nosso cotidiano.
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